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Anvisa suspende vendas de medicamentos

Anvisa suspende vendas de medicamentos

25/09/2013
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão de um medicamento para convulsão, de uma marca de esmaltes artesanais e de uma indústria de produtos naturais. As determinações estão publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23). O lote 1.119.955 do medicamento Fenobarbital comprimidos 100mg, fabricado pela empresa União Química Farmacêutica Nacional em outubro de 2011 e com validade até outubro de 2013, teve a distribuição, venda e uso suspensa em todo o país. De acordo a reguladora, este lote apresentou distorção na aparência do medicamento e deverá ser recolhido do mercado. A ação é preventiva, e ele terá de ser recolhido do mercado porque pode haver risco não identificado. O medicamento é usado em tratamentos de epilepsia e crises convulsivas e tem outros substitutos no mercado.

A União Química informou ao GLOBO que "apenas dez unidades comercializadas do medicamento Fenobarbital apresentaram resultado insatisfatório de um total de 157.910 blísteres produzidos no lote 1.119.955". Além disso, disse que o desvio indicado pela Anvisa está relacionado ao aspecto físico da embalagem, não apresentando riscos à saúde. Apesar disso, acrescenta a empresa, os medicamentos foram recolhidos assim que a farmacêutica foi notificada, no último dia 11.

Também foi determinada a suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso de todos os medicamentos fabricados pela empresa Lanusse C. de Sousa, incluindo os de nome Flor da Índia, Maracujam, Menopalzam, Rinmax e Flor da Catingueira, todos da marca Méldica Produtos Naturais. Segundo a Anvisa, nas embalagens constam indicações terapêuticas, mas os produtos não têm registro na agência para estas finalidades. A empresa fabricante também não possui autorização de funcionamento.

A mesma determinação vale, ainda, para os esmaltes artesanais fabricados pela empresa Esmaltes da Kelly, vendidos pela internet. Os produtos não estão notificados na Anvisa e o fabricante não possui CNPJ nem autorização de funcionamento na agência.


Fonte: O Globo