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Empresas que não inovam não sobrevivem

Empresas que não inovam não sobrevivem

23/05/2013

 

A afirmação foi de Luiz Felipe Vilela, diretor Corporativo da MV Sistemas, durante o painel que abriu os trabalhos do 6º Congresso Brasileiro de Gestão em TICS (e-health), realizado nesta quarta-feira, 21 de maio, em paralelo à Hospitalar.
 
Segundo ele, pesquisas ao redor do mundo comprovam: 74% das empresas globais identificam que a inovação é vital, e nove em cada dez executivos sênior entendem que a inovação é fundamental para o crescimento e para garantir a continuidade das organizações.
 
No Brasil, segundo mostrou Vilela, houve um crescimento de 70% no registro de novas patentes de 2007 a 2009, conforme um estudo da Revista Exame publicado em 2011. “E as empresas que atuaram nos mercados emergentes cresceram vinte vezes mais em seu faturamento do que as que permaneceram em mercados tradicionais”, afirmou.
 
Mas, afinal, o que é inovar? Será um golpe de sorte, uma questão de genialidade individual, algo fortuito? Para Vilela, a inovação depende muito mais de cultura organizacional do que de sorte ou de talentos solitários. “É claro que os talentos contam, mas é preciso reconhecê-los”, lembrou. “Será que a sua empresa está atenta às diferentes formas de inovação?”, provocou.
 
Permitir a participação de todos os colaboradores da empresa é fundamental para promover a inovação. “Às vezes a gente elimina do processo de inovação grande parte de nossos colaboradores”, afirmou Vilela.
 
Lidar com erro ou com fracasso também faz parte do processo da inovação, uma vez que o risco está envolvido quando produtos ou ideias novas se propõem a criar um novo mercado. “Sua empresa está preparada para a ruptura? Porque investir em algo inovador pode significar margens menores de lucro, resultados iniciais pequenos, possibilidade de fracasso, mas também possível pioneirismo e ganhos acima de média”, disse.
 
Inovar, no entanto, não significa apenas lançar produtos geniais. Também significa implantar processos novos e modificar culturas organizacionais.
 
Fonte: SINDHOSP