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Desospitalização em crescimento

Desospitalização em crescimento

06/08/2018

O desafio de otimizar gastos em Saúde já é debatido há décadas por prestadores de serviços, operadoras de saúde e fornecedores. Com os altos custos que as internações hospitalares costumam gerar - os gastos passaram de R$ 65 bilhões, o que equivale a 45% da despesa médica de um plano de saúde -, a discussão sobre a desospitalização vem ganhando corpo no Brasil. 

"A FEHOESP está atenta a essas demandas e está formando um Grupo de Trabalho (GT) sobre Desospitalização para definir diretrizes e normatizações para cada perfil de cuidado que os pacientes necessitam como, por exemplo, casas de repouso, hospitais de retaguarda e transição", explica Luiz Fernando Ferrari Neto, presidente em exercício do SINDHOSP. "Entre outros objetivos da nossa iniciativa, está organizar a rede de assistência para desenvolver a referência e a contrarreferência para auxiliar no crescimento e em mais conhecimento sobre essas modalidades de assistência dentro do setor", completa ele.

O mercado está de olho nesta fatia de mercado e vem investindo em desospitalização. Em matéria publicada dia 6 de agosto, o jornal Valor Econômico apresenta informações sobre um investimento de R$ 100 milhões feito pela empresa Trigger Participações na construção de uma rede de hospitais de baixa complexidade chamada Humana Magna. De acordo com a reportagem, o objetivo é que pacientes que não precisam de procedimentos sofisticados sejam atendidos em unidades com custo mais baixo. A primeira unidade da rede fica na Chácara Santo Antonio e foi inaugurada em março. De acordo com o site da empresa, o espaço tem 78 leitos, centro de reabilitação, sala de recreação e sala de atendimento familiar, entre outros. 

O GT da FEHOESP sobre Desospitalização está aberto à participação de novos integrantes. Para mais informações, entre em contato com o Grupo de Iniciativas Setoriais da Federação, no telefone (11) 3266-9444, ramal 311.  

 

 

Da Redação